Beeder

O que não pode ser anunciado

Atualizado em 15 de setembro de 2026.

A Beeder monta a oferta e devolve um link para você espalhar na sua comunidade. Ela não vê a peça, não guarda a peça e não acompanha a entrega — quem responde pelo que está anunciado é você. Esta página diz o que não entra, o que acontece com quem insiste e como avisar a gente quando você vir algo errado.

A regra curta: se você não consegue provar que a peça é sua, que ela é o que você diz que é e que pode ser vendida, não anuncie. Na dúvida, pergunte antes de publicar — sai mais barato do que ter a oferta removida no meio da disputa.

Cards: réplica, reprint e certificado

É a maior parte do que circula por aqui, então vale ser específico. Falsificação é proibida sempre, sem exceção e sem aviso: carta impressa fora da fábrica, reprint vendido como original, selo, holograma ou verso imitados, pacote relacrado, caixa remontada.

Carta não oficial — proxy, custom, arte alternativa, fan art — só pode ser anunciada com a palavra no título e na descrição, e desde que não copie o verso, o selo nem o holograma da fabricante. Copiar isso não é custom: é falsificação, e cai na mesma regra.

Peça lavada, aparada (trimmed), recolorida, colada ou restaurada pode ser anunciada, mas isso precisa estar escrito na descrição, com todas as letras. Omitir é o mesmo que mentir.

Se você informar uma certificadora

Os campos de certificado (PSA, Beckett ou CGC) e o número são opcionais. Se você preencher, valem três coisas:

A conferência é manual e é de quem vai fazer uma oferta: o número aparece na página justamente para ser consultado no site da certificadora antes da primeira oferta. A Beeder não abre o slab, não consulta a base da certificadora e não opina sobre a peça — ela publica o que você declarou. A declaração é sua, e é ela que a moderação remove quando é falsa.

Última: nada de “igual à da foto”. A foto tem que ser da carta que vai sair da sua mão.

O que não pode, em nenhuma hipótese

Item desta lista é removido assim que aparece, sem pedido de correção.

Produtos falsificados e réplicas

Vender embalagem e etiqueta separadas do produto é abastecer quem falsifica. Também não pode.

Armas, munição e explosivos

Coleção de arma é assunto do Exército. Mesmo com registro em dia, não anuncie aqui.

Drogas, tabaco e parafernália

Medicamentos e produtos de saúde

A sobra do seu tratamento também não pode ser revendida.

Animais e produtos de origem silvestre

Card, figura e miniatura com bicho estampado continuam liberados — a regra é sobre o animal, não sobre a imagem dele.

Documentos, uniformes e itens oficiais

Item militar antigo de coleção — medalha, patch, farda fora de uso — só com a data e a procedência escritas na descrição, e nunca de corporação em atividade.

Dados pessoais e contas

Sua conta na Beeder é pessoal: não se vende, não se empresta e não se transfere.

Itens roubados ou de origem duvidosa

Foto de catálogo, de anúncio antigo ou puxada da internet não serve: fotografe a peça que está com você. Além de esconder a procedência, usar foto dos outros é problema de direito autoral.

Conteúdo adulto

Qualquer material envolvendo criança ou adolescente é removido na hora, a conta é encerrada e o caso vai para as autoridades.

Itens que exigem registro, licença ou habilitação

Carro e imóvel não cabem em “combine o Pix e envie”. A transferência tem cartório, vistoria e prazo — nada disso passa por aqui.

Dinheiro, serviços financeiros e criptoativos

Cédula e moeda de coleção continuam permitidas quando vendidas pelo valor de coleção. Rifa de card, não: a Beeder monta oferta direta e melhor oferta, e sorteio não é nem uma coisa nem outra.

Ódio, crime e o resto

O que a Beeder não consegue conferir — e por isso não aceita

Estes não são itens ilegais. São itens cuja entrega só se prova depois que o dinheiro já saiu, e a Beeder não tem como acompanhar isso: o pagamento é combinado direto entre as partes, fora da plataforma.

Lote você pode anunciar — desde que a descrição diga exatamente o que entra nele. “20 cartas sortidas” não diz nada; “20 cartas, lista e fotos na descrição” diz.

Como publicar sem cair na moderação

  1. Fotografe a peça que está com você, na luz que der, incluindo o defeito. Foto de catálogo é o primeiro sinal de que algo não fecha.
  2. Escreva o problema antes que perguntem: vinco, borda branca, risco, marca de caneta, reimpressão, restauro.
  3. Copie o número do certificado da etiqueta, não da memória e não de outro anúncio.
  4. Use a sua própria chave Pix. Ela precisa ser o CPF ou o celular já verificados na sua conta — o sistema recusa qualquer outra, e pedir Pix de terceiro pela descrição é motivo de suspensão.
  5. Combine o envio antes de publicar: quem paga, quanto custa, em quantos dias, com ou sem rastreio.

O que acontece com quem anuncia o que não pode

Depende do que é. A ordem abaixo não é uma escada obrigatória — item da lista dura pula direto para o fim dela.

Discordou da remoção? Escreva para contato@beeder.me com o link da oferta. A moderação aqui é feita por gente, e a revisão da decisão também.

Como denunciar uma oferta

No pé de toda página de oferta existe o link Denunciar esta oferta. Ele abre um campo de texto, e é só isso.

Se o problema é com um vendedor e não com uma oferta específica, ou se a página nem abre, escreva para contato@beeder.me com o link (beeder.me/…) e uma captura de tela.

E se você foi vítima de um crime — pagou o Pix e ninguém responde, o item nunca chegou, seus dados foram usados sem permissão — registre boletim de ocorrência. A Beeder colabora com o que a autoridade pedir, mas não substitui a polícia e não recupera dinheiro: o pagamento acontece direto entre comprador e vendedor, fora da plataforma.

Esta lista não é o limite

Nenhuma lista cobre tudo, e a criatividade de quem quer burlar sempre chega antes da próxima revisão. O que não está escrito aqui e é proibido por lei continua proibido, e a Beeder pode remover uma oferta que, mesmo fora da lista, coloque outras pessoas em risco. Quando isso acontecer, a regra nova aparece nesta página e a data lá em cima muda junto.